“Quanto vale uma palha?”
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Na foto um presépio na palma da mão do Nivaldo Almeida – Natal de 2.008
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Conto de Natal
Autor: Desconhecido
Faz tempo que um viajante resolveu dar a volta ao mundo, chegou a uma terra, que lhe chamou a atenção pela beleza de seus rios que cruzavam os campos, com verde e florida vegetação. Resolveu parar em um vilarejo, que lhe chamou a atenção pelo colorido das casas e por estarem sempre de portas e janelas abertas, diferente do lugar de onde vinha
Foi se aproximando de uma das casas, quando para sua surpresa foi recebido por três crianças, que saíram e o convidaram a entrar. Os pais das crianças convidaram o viajante para ficar com eles por uns dias.
No período que ficou naquela casa o viajante aprendeu muita coisa, como por exemplo: trabalhar a terra, ordenhar as vacas, fazer pão, mas havia uma coisa que não conseguia descobrir o significado.
Cada dia, ou alguns dias da semana, os pais e as crianças se reuniam em torno de uma mesa pequena, onde estavam as imagens de Maria e José, da vaca do burrinho e alguns carneirinhos. Entre Maria e José estava uma manjedoura vazia com um pequeno colchãozinho de palhas, e a cada um destes dias, cada membro da família ia colocando palhinhas no colchão de forma que ele ia ficando macio.
Quando chegou o momento de partir, a família entregou um pão quentinho e frutas para a viagem, o abraçaram e se despediram. O viajante já ia partindo, quando deu meia volta e retornou para perguntar:
- “Uma última gentileza gostaria de tão amável família“.
- “Pois não”, responderam! “O que podemos mais fazer pelo amigo?”
- “Só uma pergunta: Por que todos quase todos os dias que passei nesta casa, vocês iam depositando palhinhas aos pés de Maria e José?” Eles responderam:
- “Cada vez que fazemos algo com amor, entre nós, ou para os outros, levamos palhinhas para o presépio, e assim vamos preparando para que quando chegue o Menino Jesus, Maria tenha um bom lugar para colocá-lo. Se amamos pouco, o colchão vai ser bem fino e desconfortável, mas se amamos muito, Jesus vai encontrar um colchão grande, macio e confortável e vai ficar mais aquecido e alegre”.
O Viajante pareceu compreender e sentiu desejo de permanecer para sempre com aquela família, porém uma voz dentro de si o convidava a seguir viajem e a contar a todos que pudessem encontrar o que havia conhecido, naquela família de muito trabalho, mas acima de tudo de coração simples e disposto ao amor.
Fonte: www.corazones.org (Tradução e adaptação: J. Alexandre Faria)
Preparemos o presépio de nosso coração colocando nele palhinhas de tudo o que fazemos de bom, para que Jesus ao nascer, sinta que nossos braços o acolhem no presépio do nosso coração, assim estaremos tornando o Natal das pessoas à nossa volta, mais feliz e iluminado.
Pense nisso, e celebre o nascimento de Jesus, o “Amor feito pessoa humana”...
Feliz Natal...
Alexandre Faria
www.projetocrescer.net
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